A Céu Aberto

Música

Jane Monheit, a suavidade no Jazz
Jamie Cullun, irreverência em Blitz
Tony Bennett, o classicismo com arte
Billie Holiday , Lady day, baluarte
 
N’erudita, uma paixão intemporal
Sou em Chopin eremita, seu pastoral
De seus nocturnos, mazurcas, polonesas
Em prelúdios soturnos, de notas acesas
 
Mahler, génio do romântico renascido
O Adagieto, da quinta, desse elo perdido
Em Veneza, na morte, em serena inquietude
Pasolini, Mann, passaportes pr’a plenitude
 
Mozart, a irreverência profana do som cristalino
O Génio em forma humana, prova do nosso destino
Compulsividade d’obra, consumida no corpo frágil
Fatalidade qu’ensombra, uma musicalidade ágil
 
Beethoven, num arrebatamento majestoso
Bach, mestre d’instrumentos, no seu barroco
Smetana, com o seu Moldava, por inspiração
Tchaikovsky, versatilidade de pura emoção
 
Todos os géneros me sustentam, nesta existência rítmica
Os Blues, o Tango, o Fado, os sons do mundo, sua mímica
No Rock, o som que me viu nascer, nesse século do povo
Na música, o meu viver, em sons de vida enquanto morro…
Bowie

Bowie

 
 
 
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This entry was published on 11 de Janeiro de 2013 at 11:20. It’s filed under Poesia, Retratos and tagged , , , , , . Bookmark the permalink. Follow any comments here with the RSS feed for this post.

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