A Céu Aberto

Dualismo

 
Este inverno chuvoso, neste caule poroso
A secura d’outrora, nas cheias d’agora
O rico que o fora, em penúria, que chora
O cinzento penoso, do brilhante saudoso
 
A dualidade constante, do universo pensante
Neste corpo dormente, duma mente ausente
E que cresce potente, apenas porque sente
Parando um instante, no projecto abundante
 
A matemática equação, de resultado incerto
A energia qu’enrola, no objecto, o espectro
A presente ebulição, no ausente processo
E a vida qu’assola, nesse momento desperto
 
Dualismo
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This entry was published on 25 de Março de 2013 at 10:51. It’s filed under Poesia, Retratos and tagged , , , , , . Bookmark the permalink. Follow any comments here with the RSS feed for this post.

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