A Céu Aberto

Dialética existencial

 
Esta alma velha, que nos antecede o espírito
Essa chispa da origem, de memória difusa
Essa ideia virgem, numa sensação escusa
Esta visão d’esguelha, no reflexo infinito
 
Um saber descoberto, num acaso feliz
O novo processo, nessa técnica incerta
O método que surge, numa obra aberta
Um poema incerto, em passos d’aprendiz
 
Como se origem viesse, dum mundo diferente
No percurso ténue, da matéria ao pensamento
Nesse fio solene, que nos liga a esse momento
No cérebro qu’estremece, pl’o neurónio que sente
 
Essa onda divina, de transmutações energéticas
Onde a matéria deriva, do momento observado
Na conversão querida, do presente ensombrado
Nessa explosão de vida, d’imprecisões dialéticas
 
mente qu´ãntica
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This entry was published on 6 de Abril de 2013 at 11:17. It’s filed under Poesia, Retratos and tagged , , . Bookmark the permalink. Follow any comments here with the RSS feed for this post.

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