A Céu Aberto

Despertar

Um Rio, grosso leito, num braço de mar

O azul descoberto, nas colinas limadas

O verde, contrafeito, nas portadas em par

O horizonte desperto, em cores incrustadas

 

Um rumor, esse mar, num bradar incansável

Enrolando esse leito, dum universo d’areias

Esta cor, num olhar,  neste quadro instável

O Oceano refeito, de curvas e centopeias

 

O contraste de pele, nesta humidade quente

Um desejo de Verão, num mergulho profundo

O chamar que impele, ao prazer, ao presente

Uma vaga, a pulsação, o despertar do mundo…

Rio

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This entry was published on 8 de Abril de 2013 at 11:21. It’s filed under Poesia, Retratos and tagged , , , , , . Bookmark the permalink. Follow any comments here with the RSS feed for this post.

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