A Céu Aberto

Raiva

Um calor que nos fere
Um tremor que se imola
Nessa força que gere
O fragor da “degola”
 
Força bruta, irracional
Tudo invade, arrasa
Nesse  espectro de “mal”
Que invade, trespassa
 
Engrossando-nos a voz
Num timbre desumano
Num rubor do atroz
Um novo rosto profano
 
Contraído, selvagem
Num só  rasgo canino
Assanhado em coragem
Dum animal, menino…
 
Habituado a “caçar “
Desde tenra idade
Nessa raiva, a alastrar
O sintoma da crueldade?
 
Não, apenas a defesa
Inconsciente, reflexa
Nesse ataque à “presa”
A sua imagem  inversa!
RAIVA
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This entry was published on 23 de Maio de 2013 at 11:08. It’s filed under Poesia, Retratos and tagged , , , , , . Bookmark the permalink. Follow any comments here with the RSS feed for this post.

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