A Céu Aberto

Gato

Patas felpudas
Em garras esguias
Pontas orelhudas
Almofadas macias
Dentes felinos
Num impulso repentino
As poses, os mimos
Nesse ron-ron menino…
 
Gato, imagem soberba
Em civilizações adorado
P’la força e destreza
Outras vezes, excomungado
Razão de causa maior
Dessa peste muito negra
Por sua ausência, a dor…
À humanidade s’entrega!
 
Ser de luz, d’alegria
Numa pose sempre bela
Onde toda a energia
O percorre à luz da estrela
Deixando um vulto sagrado
Numa aparência esfíngica
Onde esse Ser abençoado
Bem nos roça, nesta rítmica!
gato
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This entry was published on 24 de Maio de 2013 at 9:27. It’s filed under Poesia, Retratos and tagged , , , , , . Bookmark the permalink. Follow any comments here with the RSS feed for this post.

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