A Céu Aberto

Constância

Por lá me perco d’amores
Nessa vila sobranceira
Onde Camões carpiu suas dores
Numa pena soalheira
Vendo dessa casa velha
O Zêzere juntar-se ao Tejo
Numa praia que s’espelha
Nesse céu do seu desejo
Pois, por errante e cativo
Camões conheceu a pureza
Não no amor nocivo (mas)
Na candura da natureza
Branca e afortunada
Duma beleza suave
Constância, sua amada
Por sua pena, e enclave…
Também por lá me “desterro”
Sempre qu’a pena m’arrasta
Como Camões, o meu “erro”
Nessa paisagem se basta!
Vistas gerais Constancia 007
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This entry was published on 26 de Agosto de 2013 at 10:37. It’s filed under Poesia, Retratos and tagged , , , , , , , . Bookmark the permalink. Follow any comments here with the RSS feed for this post.

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