A Céu Aberto

Lua cheia

É lua cheia
Não prego olho
A cabeça? Alheia…
Qu’opções escolho?

Um rodopio
De imagens leves
Um desvario
D’esboços breves

A ansiedade
A confusão
Sem sobriedade…
Assombração!

Voltas, revoltas
Eu sem dormir
Imagens mortas
Neste fluir

Quero captar
Este contínuo
Mas neste pensar
Não tenho tino!
Algo m’impele
Ao despertar
Pois esta pele
Não tem vagar
A força contínua
Puxa por mim
Vem ao de cima
A luz, enfim!

E  levanto-me
Foi-se-m’o sono…
Está cheia, espanto-me!
No seu assomo…

Sou todo seu
Nela me rendo!
Mas vem Morfeu
E o sono lento…

Volt’a dormir
Na madrugada
E nesse ruir
Lev’a noitada…
lua-cheia-29139
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This entry was published on 16 de Setembro de 2013 at 20:24. It’s filed under Poesia, Retratos and tagged , , , , , . Bookmark the permalink. Follow any comments here with the RSS feed for this post.

One thought on “Lua cheia

  1. Pingback: Lua cheia | Política(?) Sindicante

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